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Artigos

Tabagismo e a Hipertensão Arterial
O tabagismo e a hipertensão arterial são dois importantes fatores de risco para
as doenças cardiovasculares, como o infarto do miocárdio (ataque cardíaco) e
o acidente vascular cerebral (derrame cerebral). Essas duas enfermidades são
as principais causas de morte em nosso país.
O tabagismo tem-se mostrado um forte preditor para o desenvolvimento da
hipertensão arterial, ao longo de um período de acompanhamento aproximado
de 10 anos. Além disso, sabemos que o ato de fumar dificulta o controle da
pressão arterial em pacientes hipertensos.
Um estudo realizado por pesquisadores italianos há mais de uma década,
demonstrou de uma forma muito objetiva, os efeitos do ato de fumar sobre a
pressão arterial e o batimento cardíaco. Dez fumantes sem hipertensão arterial
(normotensos), foram instruídos a fumar um cigarro a cada 15 minutos, durante
uma hora. Todos os participantes foram submetidos a uma monitorização
contínua da pressão arterial e dos batimentos cardíacos.
Após o primeiro cigarro, observou-se uma elevação quase que imediata da
pressão arterial (tanto da pressão arterial máxima como da pressão
arterial mínima), com um pico de elevação dessas pressões arteriais entre 2 e
4 minutos. A pressão arterial manteve-se elevada por cerca de 15 minutos, até
o momento que o participante do estudo fumaria o seu próximo cigarro.
Elevações do batimento cardíaco também foram observadas. Para uma
adequada medida da pressão arterial, recomendamos que os pacientes não
fumem cerca de uma hora antes da consulta.
Como o fumo aumenta a pressão arterial?
Existem vários mecanismos que explicam o aumento da pressão arterial após
o consumo dos derivados do tabaco. Acredita-se que a nicotina acarrete uma
vasoconstricção direta dos vasos (estreitamento do diâmetro destes vasos)
além de, um aumento da liberação da vasopressina, adrenalina e
noradrenalina, substâncias que acarretam uma elevação da pressão arterial e
dos batimentos cardíacos .
A cessação do tabagismo é uma meta importante para o tratamento dos
indivíduos hipertensos, pois este hábito aumenta o risco cardiovascular global
e ainda, dificulta os controles dos níveis da pressão arterial.
www.portaldocoracao.com.br

Autor: Luiz Carlos Formiga

 

É um direito inquestionável do consumidor comprar o que bem entender, assumindo individualmente os riscos decorrentes do seu ato?
Na lei número 11.343/2006 vamos encontrar que quem “adquirir, guardar, tiver em depósito, transportar ou trouxer consigo, para uso pessoal, drogas sem autorização ou em desacordo com a determinação legal ou regulamentar será submetido às seguintes penas: I. advertência sobre os efeitos das drogas; II. Prestação de serviços à comunidade; III. Medida educativa de comparecimento a programa ou curso educativo”. Observamos que não há reclusão ou detenção. O Supremo Tribunal Federal decidiu que não implicou em abolitio criminis o delito de posse de drogas para consumo pessoal. A conduta continua sendo crime, mas ocorreu uma despenalização.
O direito à vida não é maior do que o direito do indivíduo fazer o que quiser com a própria existência, mesmo que seja acabar com ela lentamente com doses de nicotina?
Vejamos alguns comentários de livro espírita sobre tema tão complexo: “de igual maneira o ser humano entra numa situação de dependência através de um mecanismo semelhante ao do reflexo condicionado. O que é na realidade o ato de fumar? Quantas vezes o fumante inveterado mantém o cigarro entre os dedos sem acendê-lo? Quantas vezes ele mantém o cigarro na boca também sem acendê-lo ou então o acende e não o usa ficando aquele monte de cinzas na ponta do cigarro, caindo, depois, no chão, sem que o indivíduo tenha dado uma tragada! O que é isso?”
“O fumante tem primeiro aqui o tato fazendo com que haja uma ligação, o reflexo condicionado, tato na boca também. O cigarro, o tabaco, a nicotina, deixa um paladar na boca. Assim, a pratica de colocar o cigarro entre os dedos ou deixá-los nos lábios é uma conjugação que agrada aos indivíduos fumantes de modo que, num dado momento, o fumante não sabe fazer nada se não tiver entre os dedos um cigarro”.
“De modo geral dois tipos de pessoas entram na droga. Uma é de natureza psicopática, já com tendência toxicófila. É aquela pessoa cujo médico receita uma aspirina e ela toma dez, receita-se qualquer coisa e ele toma tudo em excesso. Este é o verdadeiro toxicômano, é o verdadeiro dependente. Mas existe aquele que entra na droga por fantasia, por fuga, casualidade, por protesto contra os pais e a sociedade. Estes, de um modo geral, encontram a recuperação”.
Restringir o direito de uma pessoa de fumar um cigarrinho é um gesto autoritário e antiliberal? Podemos argumentar que é autoritário e antiliberal o ato do fumante impingir a um não fumante a fumaça do seu cigarro?
Como fazer para assegurar que nossos jovens tenham uma inquestionável responsabilidade individual pela opção que fazem quando decidem dizer sim às drogas?
Seria muito bom que pudéssemos também assegurar que a oferta de cigarro viesse acompanhada da verdade nua e crua sobre as suas propriedades e seus efeitos.
Podemos advogar que somos adultos, com capacidade de compreensão, análise, síntese e avaliação. Somos seres que raciocinam e possuem discernimento. Não somos presas inocentes, plenamente influenciáveis, carentes de um tutor iluminado que nos guie e proteja, mas e as crianças?
E se as indústrias de tabaco sonegarem informações? E se elas manipularem quimicamente seus produtos de modo a tornarem dependentes químicos os consumidores?
“Quase a totalidade dos jovens viciados, que foram ouvidos em pesquisas minuciosas, fizeram referências aos sintomas desagradáveis que sofreram ao tomar contato com a droga. O viciado em heroína, em geral, afirma que após as primeiras doses da droga, vomitou a alma. O mesmo acontece com o inocente cigarro de tabaco. Nas primeiras tragadas há sempre mal-estar, tonteira e até sensações de enjôo e tosse”.
De onde vem essa “terrível força de vontade” que é capaz de vencer o medo natural das desagradáveis sensações e é capaz de transformar o indivíduo num consumidor inveterado?
É um direito do consumidor ser informado corretamente sobre propriedades e efeitos do produto que está comprando, para que tenha os olhos abertos e esteja consciente de todas as variáveis que envolvem sua decisão. Devem ser pagas indenizações por danos morais e materiais sofridos por fumantes, ex-fumantes, fumantes passivos e familiares?
O que fazer com a propaganda enganosa e a abusiva? A tentativa de ludibriar a clareza de escolha de uma pessoa deve ser considerada ofensa grave aos direitos do cidadão? O sistema de saúde deve cobrar contribuições diferenciadas de fumantes e não fumantes? Os fumantes devem pagar mais, uma vez que seu perfil envolve mais riscos? É justo que o dinheiro dos impostos dos contribuintes, na sua maioria não fumantes, custeie os gastos médicos de fumantes?
A Casa Espírita pode realizar um bom trabalho, mas é necessário treinamento.                                                                   

Não vamos desistir. Sabemos que um grama de prevenção vale mais do que uma tonelada de cura.

 

Dependência Química

O alcoolismo é um dos maiores inimigos da criatura humana. É de lamentar-se que o seu uso seja tão generalizado e, infelizmente, haja adquirido status na sociedade. As reuniões, as celebrações e festividades outras, sempre se fazem acompanhar de bebidas alcoólicas, responsáveis por incontáveis danos ao organismo humano, à sociedade. Acidentes terríveis, agressões absurdas, atitudes ignóbeis decorrem do seu uso, além dos vários prejuízos orgânicos, emocionais e mentais que acarretam.
Verdadeiras legiões de vítimas se movimentam pelas avenidas do mundo, como enxameiam nos campos, permanecem nos tugúrios da miséria ou nas celas sombrias dos cárceres e dos hospitais, apresentando o triste espectáculo da decadência humana. Milhões de lares sofrem os infelizes lances da sua crueldade.
No inquietante momento em que o uso das drogas é responsabilizado pela vigência de inumeráveis crimes hediondos, e se levantam muitas vozes em protesto, buscando encontrar as causas sociológicas, psicológicas e outras, para explicar a avalanche sempre crescente e assustadora de viciados, urge que se estudem também os problemas do alcoolismo e suas consequências, não menos alarmantes.
O alcoolismo, ou a dependência do uso exagerado de bebidas alcoólicas, constitui-se um grave problema médico, em face dos danos que causa ao organismo do indivíduo e ao grupo social no qual este se movimenta. A sua gravidade pode ser considerada pelo número dos internados em hospitais psiquiátricos com desequilíbrios expressivos. As recidivas, após o cuidadoso tratamento, são numerosas, não se considerando que as suas vítimas ultrapassam em grande número as outras toxicomanias.
Na antiguidade, o uso de bebidas alcoólicas tornou-se comum e quase elegante, caracterizando uma forma ou de fuga ante os desafios. Acreditava-se, no passado, que o álcool e seus derivados diminuíam as angústias e tensões, posteriormente se afirmando ou se justificando possuírem propriedades fisiológicas, produzindo estímulo e vigor orgânicos.
O alcoolismo decorre de muitos factores, entre os quais a personalidade e a tolerância do organismo do paciente, variando com a idade, o sexo, hereditariedade, hábitos e costumes, constituição e disposição orgânica.
Pode ser resultado de causas ocasionais, secundárias, psicopáticas e conflituosidade neurótica.
Experiências ocasionais, uso após problemas de natureza orgânica e mental – como na epilepsia, na arteriosclerose cerebral -, compulsão pela hereditariedade e o condicionamento após o hábito, resultando na conflituosidade neurótica.
No começo, o indivíduo pode experimentar euforia, dinamismo motor, porém vai perdendo o controle, o senso crítico, tornando-se inconveniente. Com o tempo, surgem outros distúrbios orgânicos, tais as náuseas, os vómitos, a incontinência urinária e, por fim, o sono comatoso, no estado mais avançado.
À medida que a dependência aumenta e o uso se faz mais frequente, a bebida alcoólica afecta o sistema nervoso, o trato digestivo, o aparelho cardiovascular. As complicações que degeneram em gastrite e cirrose hepática são inevitáveis, levando à morte, qual sucede no câncer do esófago e do estômago. Do ponto de vista psíquico, o alcoólatra muda completamente o comportamento, e suas reacções mentais são alteradas, a começar pelos prejuízos de memória, a culminar no delirium tremens, sem retorno ao equilíbrio…
O alcoolismo (alcoolofilia) é, portanto, uma enfermidade que exige cuidadoso tratamento psiquiátrico.                                                                                                                                                                                                                    No entanto, porque ao desencarnar o alcoólatra não morre, permanecendo vitimado pelos vícios, quase sempre busca sintonia com personalidades frágeis ou temperamentos rudes, violentos, na Terra, deles se utilizando em processo obsessivo para dar prosseguimento ao infame consumo de álcool, agora aspirando-lhe os vapores e beneficiando-se da ingestão realizada pelo seu parceiro-vítima, que mais rapidamente se exaure. Torna-se uma obsessão muito difícil de ser atendida convenientemente, considerando-se a perfeita identificação de interesses e prazeres entre o hóspede e o seu anfitrião.

Manoel Philomeno de Miranda (Médico; Escritor; Conferencista. – Brasil: 1876-1942)

Reflexão da série:
Manoel Philomeno de Miranda

Fonte:
Trilhas da Libertação  -  Médium: Divaldo P. Franco 

 

Consumo da droga supera o de cocaína e heroína juntas
Autor: Luiz Carlos Formiga
O livro "Alcoolismo e drogas, caminhos de superação", com sete autores, traz nota de esclarecimento. Por ocasião do 5° Seminário do Movimento de Amor ao próximo (MAP) com Divaldo Pereira Franco, no Citibank Hall, no Rio de Janeiro em março de 2008, com tema correlato, dois autores entraram em entendimento com o dirigente Ivan Perdigão e juntos foram inspirados a reeditar a obra.
Destaca ainda a opinião de Divaldo Franco, dos participantes e da mídia espírita, quando afirma ter sido o Seminário o maior do mundo no gênero de atividades e um dos mais bem organizados. Certamente a semeadura encontrará corações atentos ao 15° capítulo do “Evangelho Segundo o Espiritismo” e à Parábola do Bom Samaritano. MAP e o Centro Espírita Irmão Samaritano (CEIS) promoveram o Seminário, em 7 de setembro 2008,  onde os autores do livro discutiram o tema durante três horas. Na oportunidade, os presentes tomaram conhecimento do Projeto Cristo Consolador, uma área construída de 500 m² num terreno de 8.000 m², em Itaguaí (RJ).
No encerramento oramos com Nilva Salata, médium-dirigente do CEIS, que iniciou o Projeto. Ficou estabelecida a parceria entre as duas Instituições. Agora, estarão somando esforços em benefício daqueles que sofrem com a “dependência química”. Dois dias depois leio a notícia que “o Brasil é terceiro maior consumidor de anfetaminas do mundo, segundo relatório publicado nesta terça-feira pelo Escritório das Nações Unidas contra Drogas e Crimes, com sede em Viena, (Unodc).”
A ONU ainda adverte sobre “o perigo de encarar os entorpecentes sintéticos como inofensivos, e assegurou que seu consumo já supera o da cocaína e heroína juntas.”
A desinformação no Brasil chega a assustar. Recentemente lemos no jornal: "Eu defendo, na verdade, o uso do fumo em qualquer lugar. Só fuma quem é viciado". A frase fez lembrar uma outra: “o aparecimento de uma informação inadequada na televisão, numa tarde de domingo, no decorrer de um jogo de futebol importante ou durante um capítulo de novela, com alto índice de audiência, pode destruir o trabalho de muitos anos de investimentos e esforços de instituições que mantêm programas dirigidos à educação e à saúde."  Mas, não vamos esmorecer.
É um direito inquestionável comprar o que bem entender, assumindo individualmente os riscos decorrentes do seu ato?  Cigarro é droga!  Paulo Autran foi enfático: “morri por causa do cigarro”. 
Após o Seminário ficamos a autografar o livro e a conversar fraternalmente. Um dos confrades observou que eu escrevia a mesma frase para todos e comentou que não mais esqueceria. Realmente é para pensar que: “um grama de prevenção vale mais do que uma tonelada de cura”. Presidentes podem não saber e com isso deixarem ministros da saúde de saia justa.
Um pedido e uma pergunta. O pedido é que nos ajudassem a divulgar o Projeto Cristo Consolador e sua “defesa prévia”. Aí vai a pergunta: será que o livro poderia chegar à 10ª Feira do Livro Espírita da Sociedade Espírita Casa do Caminho. 15 a 21 de setembro de 2008, de 2ª a 6ª feira das 13h30 às 17h e das 18h30 às 22h, sábado e domingo das 9h às 14h, Rua Estado de Israel, 59 (próximo à Estação Santa Cruz do Metrô), São Paulo/ SP. Informações nos telefones (11) 5573-8428 / (11) 5083-0204, fax (11) 5084-9058 e e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.  .

Adoraria estar em São Paulo num fim de semana e escrever aquela frase sobre “um grama de prevenção”. 
Finalizo com Izquierdo e Canhoto. Inicialmente com o que disse o Professor Ivan Izquierdo, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, numa entrevista em abril de 1996.
“Minha intenção é levantar a discussão sobre alguma coisa que creio a nossa sociedade tem perdido: o amor e o exercício do amor, no comportamento diário, que se reflete na decência das relações humanas em todos os aspectos. O meu trabalho com experimentos científicos referente ao córtex cerebral mostrou que a característica principal dos seres humanos é justamente nossa capacidade de amar. As espécies inferiores que têm menos córtex não têm isso. Os animais se matam uns aos outros com mais facilidade do que nós. No caso dos répteis, por exemplo, que são seres sem córtex, a mãe devora o filho.”
“Muitos representantes do povo brasileiro têm se mostrado descuidados ao falar o que pensam”, diz o Canhoto, ao lembrar o incentivo ao consumo do tabaco em Brasília, no “Anti-Herói brasileiro” apanhado na contramão do Ministério da Saúde. Emmanuel sempre disse: “Chico, quando você não tiver uma palavra que auxilie, procure não abrir a boca...”

 

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